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Coxilha do Lobisomem

  • 26 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de mar. de 2025

No bucólico interior do Rio Grande do Sul, as descobertas de Alice Quinn vão inquietar os horrores escondidos sob o sol de cada dia.


Um Kindle apresentando a capa colorida do Livro Coxilha do Lobisomem na tela.

Sinopse

A história se trata das descobertas de uma adolescente mergulhando em um cotidiano rural embrutecido. Equilibrando mistério e suspense angustiantes até o último momento, é uma ficção colorida e tétrica sob o sol de um verão escaldante nos campos gauchos.


"Tem sangue novo

na literatura de

horror nacional."


Com a noticia da morte do pai Alice é colocada em um trem e enviada aos cuidados de parentes no interior do Rio Grande do Sul. O cenário é uma pitoresca vila rural. Onde a garota descobre que mortes sangrentas que têm ocorrido.

Cerceada, mas perspicaz demais para ser contida, sua curiosidade desafiará principalmente os homens, e a crença mais arraigada do imaginário local: o lobisomem. A garota atiçará os horrores mal disfarçados do lugar.

Esta leitura é um mergulhe nas tardes monótonas, onde morte, sangue e ossos lambidos são tão comuns que as pessoas até esquecem o que acontece por lá. Assustadoramente bem detalhada nas cenas mais sangrentas.


Pseudonimo

Eu sou Oliveira Machado, escritor brasileiro independente, nascido em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, em 8 de Agostos de 1980. Vivo atualmente em uma cidadezinha nos campos de cima da serra gaúcha. Sou reservado, casado e tem uma gata velha chamada Satine que nunca sai de casa.


“Sempre escrevi. Só escrevi. Sem conduzir muito. Desde cedo. Era terapêutico, e inevitável. Nunca precisou fazer sentido, nem ser completo, ter estrutura, ou ser sobre mim. É uma coisa que apenas me vinha, e eu colocava no papel. Hoje digito na tela. Alguém que sentou ao meu lado, nestes últimos anos, quando decidi rescrever um antigo rascunho, perguntou porque eu ressonava ao escrever. As vezes é como se escrevesse dormindo mesmo. Descubro o que fiz ao revisar, então vou lembrando aos poucos do que se trata e entendendo, como se fosse um trabalho feito por mais de uma mão. Hoje sei que foi assim que consegui me organizar ao longo da vida para não enlouquecer. E é assim que surgem, de mim essas narrativas, que saem os fantasmas e se soltam os monstros.”


Um curiosidade é que quando publiquei Coxilha do Lobisomem, assinei como Oliver Machado. Escolhi um pseudônimo porque sempre fui reservado demais. Queria o foco no livro, não em mim.

Mas com o tempo percebi que para um escritor independente é essencial não se separar de sua obra. É preciso se conectar com os leitores. E como posso criar essa conexão se me escondo atrás de um nome que não é o meu?

Então abandonei o pseudônimo, e assumi minha assinatura com o nome das duas famílias que me constituem: Oliveira Machado. Fica pessoal e ainda estou confortável.

Coxilha do Lobisomem já está disponível na Amazon. E agora essa história leva o meu nome verdadeiro.

 
 
 

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